A sitcom britânica The IT Crowd não terá uma quinta temporada, como se esperava. Isto porque Graham Linehan, criador da série, desistiu de levá-la adiante. As informações são do blog Temporadas.![]() |
A sitcom britânica The IT Crowd não terá uma quinta temporada, como se esperava. Isto porque Graham Linehan, criador da série, desistiu de levá-la adiante. As informações são do blog Temporadas.![]() |
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| Vida de Globinho |
Sobre o título, espero que ele tenha chamado a sua atenção. Um predicado digno de comercial da Sessão da Tarde... e que apesar de achar ridículo e meio preciosista, eu sempre quis dizer. E se chegar à TV aberta brasileira, pode apostar que algum narrador fodão vai repetir.![]() |
| Jason Gann na versão australiana |
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| Um espião tão secreto que quase ninguém conhece |
Matéria publicada no blog "Meus 2 Centavos" (TV Magazine)
Ah, e não se esqueça! Amanhã, a partir das 18 horas (seis da tarde), tem os comentários AO VIVO do último episódio de Smallville! Saiba mais aqui: bit.ly/smallvilleaovivo, e siga-me no Twitter: Twitter.com/Thicovski
Atualmente em seu 22º ano (que começou muito bem), Os Simpsons querem mais. Os personagens de Matt Groening, ao que parece, subsistem tão-somente para quebrar recordes. Desde já, a 23ª temporada já está garantida para o ano que vem, quando se chegará à marca dos 515 episódios exibidos sem interrupção - diferente da rival Family Guy, que apesar da posição confortável que vive hoje, já sofreu 2 cancelamentos no passado.
Para os produtores, um limite mínimo seria o de 25 temporadas, ou seja, com provável fim em 2014. E num cenário mais pessimista, talvez 30 temporadas sejam o mais longe que eles podem chegar. Mais do que isso seria brincar de Deus.
A boa repercussão da atual temporada, que já contou com as participações do elenco de Glee, e dos atores Hugh Laurie e Daniel Radcliffe, foi um dos fatores determinantes na renovação para o 23º ano.
A audiência de Os Simpsons não é das maiores, perdendo constantemente para a própria Family Guy até mesmo em faturamento. A vantagem que os amarelos de Springfield têm sobre os excêntricos de Quahog é que aqueles estão mais bem enraizados na cultura americana, um feito conquistado após anos e anos de um humor sarcástico de uma genialidade inegável - que foi se perdendo com os anos, é verdade, mas com 22 temporadas ininterruptas, muitos telespectadores não perceberam ou não se importaram com isso.
Será que Tiririca, mesmo sem ser eleito (ainda), já vem promovendo revoluções em nosso cenário político? Não, também não é pra tanto. Ou será? Os vídeos da propaganda eleitoral do humorista, candidato a deputado federal, estão entre os mais vistos no YouTube, e tema de matérias inflamadas (essa aqui é só mais uma) de jornalistas mais conservadores. Razoável a repercussão, já que Tiririca é um dos mais engraçados e talentosos em seu ramo. É um personagem extremamente original, que não sabe absolutamente nada sobre política. Francisco Everardo Oliveira Silva, o homem por trás de todas as gargalhadas, também não. A única diferença entre eles é que o Tiririca assume publicamente a ignorância, Everardo não. Sobre seus projetos, ele se limita a dizer que quer "fazer algo pelo Nordeste" (embora esteja concorrendo por São Paulo). O que seria esse "algo", a menos que eu esteja muito enganado, nem Everardo nem Tiririca têm conhecimento do que seja.
Tudo isso pra dizer que o humor é, ou se tornou, algo intrínseco à política brasileira. Os próprios políticos criam piadas sobre si mesmos, apesar de que algumas delas são sérias e sem a menor graça - nem por isso menos patético. E o Tiririca, deve ser crucificado pela sua campanha? Não! Apenas o tomamos como exemplo, por ser um dos mais famosos. Isso tudo vem de antes dele, o coitado não inventou nada (e "pior do que tá não fica...").
Como privar os programas de rádio e TV de uma das épocas mais férteis de piadas? Fazer humor não é fácil. No período de eleições, as ironias, as paródias, as imitações, são ferramentas eficientes para fazer o telespectador rir, de tudo. Pode não parecer, mas ajuda a refletir. E mesmo assim quiseram proibir que fossem feitas chacotas sobre os políticos no período eleitoral! Logo agora?
Os humoristas foram às ruas, gritaram contra a censura, e no final das contas, o Supremo Tribunal Federal entendeu que realmente há que se pensar melhor no assunto e, sob efeito de liminar (e por isso mesmo, provisório), as piadas estão liberadas até que o assunto seja novamente discutido.
Rigorosamente, só o que vai mudar é que os programas do gênero poderão pegar o bonde andando, porque a palhaçada não parou por causa de nenhuma lei eleitoral. Vão chegar atrasados porque Tiririca e seus amigos já estão lá, matando muita gente de rir.
* Matéria extraída do blog "Meus 2 Centavos"
De olho nos bons resultados alcançados pelas suas concorrentes com as séries norte-americanas, a Rede TV decidiu que também quer participar do movimento. A emissora, que já vinha exibindo séries clássicas como Buffy e Barrados no Baile, voltou os olhos para as produções atuais, e adquiriu os direitos da série Dexter. Desde Friends (em 1999), a estação nunca pôs as mãos numa série atual de tamanho sucesso. É bom saber que as novas superproduções também encontrarão espaço por lá.
Dexter conta a história de um psicopata que presta serviços à polícia. A série, que está no ar nos Estados Unidos desde 2006 pelo canal Showtime, é sucesso de público e crítica, e seus DVDs figuram com facilidade nas listas dos mais vendidos.
De acordo com o jornal Extra, a intenção da Rede TV é a de levar Dexter ao horário nobre, a exemplo do que fez o SBT com Supernatural, que efetivamente abriu as portas para os dramas estadunidenses e acabou dando à Record a ideia de transmitir CSI e assim levando a melhor sobre todas as concorrentes.
Não vai ser o prestígio da série que vai fazer com que a Rede TV alcance voos mais altos. Vale lembrar que o SBT acabou desistindo da batalha direta contra CSI porque achou que já não tinha série que pudesse fazer frente contra os investigadores de Las Vegas. Nem mesmo séries de alto porte, como Grey's Anatomy e a superlucrativa The Mentalist foram páreo. Com Dexter, cujo público é ainda menor, não deve ser diferente.
Mesmo assim, ganha o telespectador da Rede TV, e creio que se não vá ampliar muito a audiência, piorar também não vai. Se for uma aposta a longo prazo, as chances são ainda melhores. O próximo desafio é escolher um bom horário.
Nos EUA, Dexter volta para a sua 5ª temporada no dia 26 de setembro.
Com um desempenho considerado fraco na atual temporada da Formula 1, a Ferrari ainda não tinha encontrado a oportunidade de mostrar as suas garras, como as que arranharam o orgulho dos brasileiros em 2002. E eis que, no último GP da Alemanha (exibido pela Globo no dia 25/07) a escuderia voltou a praticar o mau-caratismo no esporte automobilístico.Até então fazendo uma corrida impecável, o piloto brasileiro Felipe Massa sentiu na pele a humilhação de ter que abrir espaço para o "companheiro" espanhol Fernando Alonso assumir a liderança da corrida. Ao receber o sinal, via rádio "ele é mais rápido que você", Massa cedeu a posição e os brasileiros assistiram, perplexos, à cena. O mundo, com exceção das mídias espanhola e italiana (por que será), reagiu.
Ao fim da corrida, os comissários da FIA concluíram que a Ferrari infringiu as regras que especificamente proíbem ordens de equipe, bem como atitudes antidesportivas que sujem a imagem do esporte. Não adiantou a Ferrari negar a manobra ardilosa; no mesmo dia, recebeu a multa máxima da competição (US$ 100.000) por atitude antidesportiva, e o caso irá para julgamento do Conselho Mundial no próximo dia 10 de setembro - uma punição mais severa é algo que nós mal podemos esperar.A proibição para esse tipo de prática surgiu justamente depois que a Ferrari usou e abusou de Rubens Barrichello, ajudando-lhe a virar piada mundial. E agora, depois que as regras foram visivelmente infringidas pela escuderia italiana, a polêmica está formada. Há os que repudiam a atitude da Ferrari, e há os que defendem (uma minoria). Só não há como negar que o episódio aconteceu.
Mesmo com tanta canalhice em jogo, o superprotegido Fernando Alonso está em 5º lugar na classificação geral, com 123 pontos. O 1º lugar, por incrível que pareça, está com o apagado Lewis Hamilton (157 pontos) e Massa está em 8º com 85. Faltam oito GPs para o fim da temporada.
O público de Smallville terá mesmo uma grata surpresa é com a aparição da Supergirl, vivida por Laura Vandervoot. Infelizmente, a atriz não vai mais integrar o elenco fixo, como aconteceu na 7ª temporada. Cogita-se que sua particiação deve se limitar a um mísero episódio. Atualmente, Laura pode ser vista como a Lisa da série V (do canal ABC), exibida no Brasil pelo Warner Channel.
E a Supergirl não é o único ente querido de Clark a regressar às Aventuras do Superboy: além de Martha Kent (Annete O'Toole, que esteve na 9ª temporada e tem chances de voltar), o falecido fazendeiro Jonathan Kent, vivido pelo ator John Schneider, está confirmado já para a season premiére. Porém, sua participação não deve passar de dois episódios.
Vale lembrar que nos Estados Unidos Smallville volta, para sua última temporada, no dia 24 de setembro de 2010.
Não que Crepúsculo tenha criado alguma moda ao falar sobre vampiros, mas em escala mundial, o público jovem nunca foi tão fascinado por eles. E também, Stephanie Meyer não necessariamente descobriu o fogo ao fazer essa aposta... O autor Antonio Calmon pensou nisso primeiro. Em 2002, três anos antes do lançamento de Crepúsculo, a Globo estreou O Beijo do Vampiro, época em que já se falava em vampiromania (isso sem contar Vamp, de 1991). Entretanto, por diversas razões (por exemplo, nenhuma novela que tenha Marco Ricca como galã pode ser levada a sério) a novela das sete não foi tudo aquilo que se esperava dela, e teve uma audiência meio fraca - média de 28 pontos. Mesmo assim, de lá pra cá, é uma das mais pedidas para voltar no Vale a Pena Ver de Novo. Isso sem contar que daqui a pouco, vai faltar novela das seis para a Globo reprisar.
Talvez, se O Beijo do Vampiro tivesse estreado um pouco depois, as comparações com a obra de Meyer tivessem incomodado. Ou não. Isso não dá pra saber. O ponto é que agora, quase uma década após de a novela ter ido ao ar, não há que se falar sobre quem copiou quem. É uma chance que a Globo tem de entrar (um pouco mais tarde do que gostaria, é verdade) na Vampiromania de que tanto falou em 2002 - eles chegaram a lançar um CD e um jogo (foto ao lado) com o tema.
Hoje, as séries vampirescas True Blood (HBO) e The Vampire Diaries (CW) são os representantes do movimento na TV, embora falem para diferentes públicos. No cinema e na literatura, Twilight tem causado barulho. Talvez essa seja a hora de O Beijo do Vampiro brilhar.
A geladeira da Band é um castigo que todo artista deveria pesar antes de ceder aos seus assédios. A ex-VJ Daniela Cicarelli, por exemplo, não só entrou nesse barco furado, como topou renovar o contrato e sua vida não mudou. Está ganhando sem trabalhar. Há quem goste.
Essa não foi a vida que Lorena Calábria pediu a Deus, e como notou o desperdício que a sua carreira estava sofrendo na Band, ela jogou a toalha. Rescindiu o contrato, e na maior paz, sem multa, conforme informou o colunista sr. Flavio Ricco.
Como eles gostariam que Sidney Magal fizesse o mesmo - seu contrato termina em setembro, e a Fabiola Reipert afirma que o canal está louco para dispensá-lo. Aqui eles esbarram no problema da multa, e Magal está levando pelo lado bom o descaso da Band para com seu compromisso contratual. Ele continua recebendo o alto salário, e desfrutando do apartamento que a emissora lhe disponibiliza nos Jardins, área nobre de São Paulo. Se não topar a rescisão, ele vai fazer com que a Band espere. Mas faltam só uns dois meses, não vai matar ninguém.
Não havia projetos para Lorena Calábria na Band, desde o seu afastamento do Dia Dia. Era um bom programa, mas não atingia o ibope esperado e custava muito. Ela e a amiga Patrícia Maldonado foram substituídas por Silvia Poppovic, que acabou dançando também - perdeu as manhãs, e não vai voltar com o seu Boa Tarde quando a Copa acabar. Em seu lugar, está sendo pensado uma atração nos moldes do Programa Livre (SBT), apresentado por Luise Altenhofen.
O único que dorme tranquilo é o intocável Daniel Bork. Ninguém tira aquele cara do ar. Santo forte é outra coisa.
A rescisão foi uma decisão acertada. O programa Johnnie Walker com Gigantes, que Lorena Calábria apresenta na Rádio Mitsubishi(do Grupo Bandeirantes), continuará no ar. Ela agora está livre para a TV, e tomara que encontre uma emissora menos problemática dessa vez.
Ela ficou bonita (deu uma melhorada), e depois se despediu. Na última quarta-feira (14 de abril), o canal ABC exibiu "Hello, goodbye", episódio que deu fim ao reinado da feia nos Estados Unidos. Em audiência, marcou média de 5,43 milhões de telespectadores, e 5% de share.
Foram 8 "dias" memoráveis, mas Jack Bauer não verá o sol nascer novamente ao fim desta temporada. A FOX anunciou ontem o cancelamento de 24 horas. Muito caro, e pouco retorno em audiência, foram as justificativas. "Foi o papel de uma vida, e eu nunca poderei expressar suficientemente a minha gratidão a todos os que tornaram isto possível", agradeceu o ator Kiefer Sutherland.
Isto, entretanto, não pode ser motivo de desespero para os fãs. Primeiro, porque já existem fortes negociações para que se leve as aventuras de Jack Bauer para os cinemas. E também, porque correm rumores de que a outra emissora (o canal NBC) teria se interessado em adquirir os direitos da série, assumindo os custos da produção de uma 9ª temporada (pra você ver como a TV dos Estados Unidos é diferente da nossa).
Carrie Preston integrará o elenco de The Good Wife. A atriz foi confirmada para fazer uma longa participação, em vários episódios. Atualmente, ela é conhecida pelo papel da garçonete Arlene, em True Blood - cuja terceira temporada já está sendo anunciada pelo HBO (veja o cartaz oficial no fim do post). Só não é certo o desligamento de Carrie do trabalho atual. O HBO ainda não se manifestou, mas é possível que ela acumule os dois seriados.
Você deve conhecer, ou pelo menos já ouviu falar de The Good Wife, uma das séries de maior audiência da gigante CBS, e responsável pelas gloriosa ascensão da carreira da atriz Julianna Margulies.
Alguns anos atrás, quando o sucesso ainda era uma vaga esperança, Julianna encontrou-se com Julia Roberts. Naquele momento, era uma garçonete de frente a uma superestrela. E uma grande decepção, pois Julia simplesmente esnobou a moça.
"Ela e eu nos encontramos de novo anos depois e eu contei o que aconteceu. Ela me perguntou se foi horrível comigo e eu respondi que sim. Ela ficou sem graça e me pediu desculpas, disse que era muito nova", contou a "Good Wife".
Embaraçoso, não? O pior é que isso deve acontece com uma frequência bem maior do que se imagina.
Famoso no Brasil após o recente sucesso da série Arnold, exibida pelo SBT, o ator Gary Coleman teve que ser hospitalizado na última semana. Pra quem não conhece, ele interpreta o próprio Arnold, personagem-título (na versão brasileira, do SBT). Coleman tem 41 anos e seu estado de saúde é estável. Fontes apontam que ele teria sofrido uma convulsão, mas foi rapidamente atendido por um médico. Transferido para o hospital, o ator teve uma melhora, mas será submetido a uma série de exames.
Este rapaz tem uma história triste. Complicada. Eu não gosto de Arnold - há uma pequena probabilidade de eu ter medo dele e isso causar o meu afastamento da série. Ou também porque não vejo graça. Um dia podemos parar para falar dessa série, se vocês quiserem. Mas com um detalhe: eu não assisto nem topo assistir. Posso ler a respeito, pesquisar, mas para por aí.
Leia a notícia no site TV Magazine: clique aqui.
Apesar do favoritismo de O Clone, não será a trama de Gloria Perez a próxima reprise das tardes, segundo afirma Patricia Kogut. A partir do dia 15 de março, a Globo traz de volta Sinhá Moça, estrela da por Débora Falabella e Danton Mello.
Dessa forma, a escolha de Sinhá Moça para ser a próxima novela do Vale a Pena Ver de Novo confirma duas tendências: a escolha de novelas mais recentes, mais frescas na memória do público, e preferencialmente que tenham sido exibidas às 18 horas (ou seja, classificação livre e pouca perseguição do Ministério da Justiça).
Novelas exibidas há pouco tempo não sofrem de rejeição, como temia a cúpula da Globo. Pelo contrário. Aproveitam para reatar os laços que sobraram da relação com o público, que sofreu com a despedida, mas teve que tocar a vida assim mesmo. Folhetins mais antigos, como o fiasco de Deus nos Acuda, são hoje desencorajados - afinal, o telespectador já superou a dor da perda há muito tempo.
O único problema é caçar esses "sucessos" entre as novelas exibidas no horário das seis - até pouco tempo, havia uma crise instalada ali. E convenhamos, reprisar só novela das seis vai ficar maçante. Afinal, entre o Vale a Pena e o verdadeiro horário das 6, só há a Sessão da Tarde e Malhação. O Globo Notícia não conta.
Depois dessa, quem vem? O Profeta? E depois?