domingo, junho 12, 2016
Pipoca pronta Cheetos: é boa?
Esse mês a Elma Chips lançou uma nova linha de pipoca pronta do selo Cheetos, em versões doce e salgada: caramelo e queijo, respectivamente.
Nem sei por que escolheram vincular a pipoca com a linha Cheetos, cujos salgadinhos eram todos de milho até aqui. Parece que eles colocaram todos os produtos Elma Chips num saquinho, sacudiram e acabou saindo Cheetos. Numa dessas, podia muito bem sair uma pipoca Fandangos, uma pipoca Ruffles ou mesmo uma pipoca Doritos. Ou eles podiam criar uma marca nova. Mas preferiram pegar carona na força de um selo já famoso.
Fiquei curioso quando soube do lançamento porque recentemente eu experimentei uma dessas pipocas saborizadas e adorei; o pacote com 100g saía a 10 reais. Um roubo. Não era de marca famosa, estavam vendendo numa feira de artesanato e acabei experimentando.
Pois a pipoca Cheetos sai mais em conta, com relação às que você encontra nos shoppings. A embalagem vem com 165 gramas e dá pra dividir tranquilamente.
Aqui em Salvador, até agora só achei a de sabor caramelo. A seu favor, ela vem bem salteada no caramelo, e a pipoca é estourada sem óleo, apenas no ar quente, o que garante umas calorias a menos. O contra é que ela gruda no dente, uma coisa horrorosa. Fica chato.
Queria muito experimentar a de queijo, acho que vou gostar mais. E espero que eles lancem outros sabores. A que provei antes era de leite em pó e estava deliciosa; a Elma Chips bem que poderia usar a criatividade aqui. Quero muito que essa linha de pipocas vingue.
Preço: paguei aproximadamente 6 reais.
Tamanho/peso: 165g.
Nota: 7.
Enquete do dia dos namorados: Qual é a sua vovó pieadade de hoje?
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sábado, junho 11, 2016
Love (série do Netflix): de um lindo começo a uma derrapada feia no final
Hoje em dia, principalmente nas novelas, muito tem se falado sobre simplicidade, deixar um pouco de lado a pirotecnia, a luxúria, as discussões de temas polêmicos, para se investir em algo que exija menos da cabeça do telespectador — ou algo que possa unir e esfriar a cabeça de uma população que
anda tão dividida e sufocada em problemas.
Pra quem quer entender de simplicidade capaz de engendra uma boa série, eu indico Love, que estreou em fevereiro (mês do dia dos namorados, nos EUA) pela Netflix. Não se destaca pela sua originalidade, mas sim por trazer uma história bem contada com personagens bem desenhados e muito bem defendidos por um incrível elenco. O que tem me atraiu é que Love se mostrou extremamente simples, e é daí que ela tirou o seu charme. Pelo menos nos primeiros episódios.
A minha primeira impressão foi a de que a série era linda demais, de tão descomplicada que é. Dos 10 episódios da primeira temporada, pelo menos 6 são deliciosos de ver.
As coisas mudaram um pouco, conforme a temporada foi se desenvolvendo. Cuidado com os spoilers.
A história gira em torno da construção do relacionamento de Mickey (Gillian Jacobs) e Gus (Paul Rudd). Ela, bonita e debochada, e ele, tímido, feio e com o sonho de ser roteirista de TV. Como manda a tabuada, ele se apaixonou por ela, mas no começo não foi correspondido. Até ela entender que estava diante do amor de sua vida, lá se foi a temporada quase toda. Sem problemas, estava uma delícia de ver. As coisas mudam, porém, quando Gus finalmente conquista seu objetivo: Mickey abaixa a guarda, e resolve se entregar para o amor daquele obstinado nerd. Seria uma mudança e tanto na sua vida, que veio de um histórico de relacionamentos fracassados e problemas com drogas. Agora era a vez dela!
Já no primeiro dia em que ficam juntos, Gus parece ter percebido que o que ele sentia por aquela garota poderia não ser amor, e sim qualquer outra coisa. Ela, por outro lado, já estava completamente desarmada e entregue àquele relacionamento. Gus consegue ser bem babaca com ela, pra ser bem sincero. Trai a garota, grita com ela, dá gelo, enfim; só faltou bater. E de uma forma gratuita, e foi isso que me incomodou, sabe?
Olha, eu não sou mesmo da patrulha do politicamente correto, e amei Love até certo ponto. Mas chega uma hora em que até eu fiquei incomodado com a forma como Gus tratou Mickey, e espero de coração que a série tenha a sensatez de mostrar que ele está errado.
No final da temporada, Mickey está no fundo do poço — e Gus também, sendo que ambos alcançaram o mais baixo grau da dignidade por culpa dele. O rapaz perde a sua grande chance como roteirista depois de se comportar feito um babaca na frente da criadora da série para a qual ele tinha recebido a chance de escrever; perdeu também a moça com quem traiu Mickey; só por um milagre não perdeu de vez o antigo emprego (era professor da atriz mirim que protagoniza a fictícia série dentro da série; ela intercedeu a seu favor e o salvou de ser mandado pra rua).
Love foi renovada para a segunda temporada, e em tudo pra corrigir ou esclarecer essas coisas que me incomodaram. Sequer combina com o Netflix uma história tão (aparentemente) machista.
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"Blog de humor e fantasia, criado para fins de entretenimento, apenas. As informações e opiniões aqui contidas podem não corresponder à realidade. Se você se ofendeu com alguma postagem, certamente a mesma se trata uma ficção que deve ser imediatamente desconsiderada, e não levada a sério"


