terça-feira, novembro 29, 2016

Vídeo: Cadelinha sem dono ganha "o melhor dia de sua vida" e é paparicada

Comercial da Canon: mensagem de amor com cães à procura de um lar

Quando a maioria das pessoas pensa em ter um cachorro, o primeiro impulso é comprar um que seja de raça. Mas há muitos cães abandonados em abrigos esperando a sua chance de ter um lar; e não raro morrem nos próprios abrigos, às vezes até mesmo sacrificados.

Mas tem gente boa querendo mudar isso. Conheça a história da fotógrafa Guinnevere Shuster, dos Estados Unidos, estrela do novo comercial da Canon nos EUA. A matéria abaixo foi reproduzida da Exame, e abaixo você vai ver o vídeo da campanha.

O vídeo faz parte da série da marca “Rebel With a Case” (“Rebelde com uma Causa”), que faz um jogo de palavras com as câmeras Canon Rebel e também com o nome do famoso filme estrelado por James Dean, “Rebel Without a Case”.

Na campanha, a marca entrevista diferentes ativistas e pessoas envolvidas com projetos sociais – e sempre com a fotografia no meio da história, claro.

No caso de Guinnevere Shuster, ela fotografa animais à procura de um lar. As fotos, divertidas e profissionais, ajudam os cães a chamarem a atenção dos donos em potencial. No vídeo, a cadela Willa sai do abrigo e ganha “o melhor dia da sua vida”, com festa, passeios no parque, bacon e muitos outros mimos.

Como a história foi transmitida em tempo real, milhares de pessoas apareceram com interesse em adotá-la.

sexta-feira, novembro 25, 2016

Como estão os personagens de Scooby Doo hoje?

Scooby Doo foi criado em 1969 e, de lá pra cá, o tempo foi implacável com o grupo de detetives. O artista Dan Meth conseguiu recriar os personagens do desenho, imaginando-os como estariam hoje. Feel old yet? Vem ver:
 






quinta-feira, novembro 24, 2016

Nostalgia: Quatro programas de TV dos anos 50 com 15 minutos de duração


 Você é do tipo que ama produções antigas? Elas me fascinam. Encontrei esse vídeo que reúne quatro programas de TV dos anos 1950; e eu tô navegando nessa década desde que comecei a assistir a primeira versão de The Twilight Zone - Além da Imaginação, semanas atrás, e que começou a ser exibida em 1959.

Pois bem, esses programas de TV têm todos 15 minutos de duração, que era comum naquela época, porque tinha menos comerciais para serem exibidos.

O primeiro é The Tony Martin Show, um musical de variedades apresentado e cantado ao vivo a plenos pulmões, exibido pela NBC de 1954 a 1956.

O programa está completíssimo no vídeo, com direito aos comerciais de batom, xampu e, claro, do patrocinador que bancava a produção (um produto pra cabelo).

Tony Martin e seus convidados interpretavam canções com direito a muitos instrumentos de sopro, que se impunham nas músicas daquela época, inclusive no cinema e na TV. Martin teve uma longa vida, morreu aos 98 anos (1913-20012). Eu gosto de pesquisar isso também. É uma viagem no tempo que tem que ser feita passando por todas as estações!

O segundo é Playhouse 15, uma série antológica que teve vida curta. Inicialmente chamada de Short Short Stories até ser rebatizada quando passou a ser distribuída em "syndication" (ocasião em que também perdeu seu narrador, que foi editado pra fora dos capítulos) a produção fugia das regras do gênero, pois os dramas daquela época costumavam ter duração de 30 minutos ou 1 hora, incluindo os comerciais. Apesar da curta duração (1952-1953), mais de 70 episódios foram ao ar. Um porre esse episódio, tive que ver pulando.

O terceiro é The Arthur Murray Party, literalmente uma festa de almofadinhas da época com convidados famosos, apresentado perante uma escandalosa (e escondida) plateia. Esse também tem os comerciais. O programa de variedades ficou no ar por 10 anos, de 1950 a 1960, e seria basicamente como plataforma para divulgar o estúdio de dança do casal Murray, que o apresentava.

No meio do programa tem um concurso de dança bem interessante, em que o público de casa tinha que acertar o estilo que estava sendo interpretado, e quem acertasse iria ganhar aulas grátis no estúdio — as respostas deveriam ser entregues na unidade mais próxima do estúdio Murray.  Ou seja, a pessoa ia dormir sem saber a resposta, já que não dava pra pesquisar na internet.

O último é Valiant Lady, uma "soap opera" (novela) que foi ao ar pela CBS entre 1953 e 1957. O que eu encontrei de inusitado sobre ela foi que, depois do primeiro ano, vários atores foram substituídos por outros que assumiram seus papéis, inclusive a protagonista.

Veja o vídeo! Feel young yet?





segunda-feira, novembro 07, 2016

"As visões da Raven": Série ganhará continuação

Vamo lá; se você quer ver o futuro... Acho que essa foto já diz tudo:


A atriz Raven-Symoné postou essa foto em seu twitter, confirmando de vez os rumores de que As Visões da Raven (That's So Raven) ganhará uma continuação; e desta vez não será com o chato do Cory na Casa Branca. Desta vez, a spin-off será estrelada pela própria Raven, com direito à participação da Chealsea, cuja atriz já foi confirmada no elenco.

Tudo o que se sabe até agora, podendo sofrer mudanças, é que a nova série terá Raven como uma mãe divorciada, que luta para cuidar dos filhos adolescentes. Não se sabe, por exemplo, se os eventos de Cory na Casa Branca serão de alguma forma aproveitados nessa nova produção.

quinta-feira, novembro 03, 2016

The Good Fight: Veja tudo o que se sabe até agora sobre a spinoff de The Good Wife



Garimpei essa notícia e vim correndo contar pra vocês. Estou bem receoso com essa spin-off de The Good Wife, porque a própria série original deu uma derrapada tremenda na reta final. A série derivada promete um tom mais leve — seja lá o que isso signifique, considerando que TGW não era sombria. Veja a notícia:

Anunciada em maio pela CBS, a spinoff de The Good Wife iniciou a produção dos dez episódios encomendados para a sua primeira temporada. A estreia está programada para o mês de fevereiro, pelo serviço de streaming CBS All Access, sendo que o primeiro episódio irá ao ar na TV para despertar o interesse do público.

Esta é a mesma estratégia adotada pela CBS para Star Trek: Discovery, outra produção encomendada pelo serviço de streaming do canal, que estreia em 2017.

Trazendo o título de The Good Fight, a série inicia um ano após os fatos ocorridos no final de The Good Wife. Segundo os produtores, as histórias terão uma abordagem mais leve que aquelas apresentadas na produção original.

SINOPSE: Um grande escândalo financeiro destruiu a carreira de Maia (Rose Leslie, de Game of Thrones - You know nothing, Jon Snow!), uma advogada recém formada que tem Diane Lockhart (Christine Baranski) como mentora. O mesmo escândalo levou Diane a perder suas economias, bem como sua posição na Lokhart & Lee. Assim, ela e Maia se unem a Lucca Quinn (Cush Jumbo), em um escritório de advocacia.

Além de Christine e Jumbo, a spinoff também contará com a presença de Sarah Steele, que na série original interpretou Marissa Gold, filha de Eli. Em The Good Fight, Marissa começa trabalhando como secretária de Diane mas, ao longo dos primeiros episódios, troca de função, passando a atuar como investigadora dos casos em que Diane trabalha.

No elenco também estão Erica Tazel (Justified, Roots), como uma das advogadas do escritório; Delroy Lindo (Blood & Oil, The Chicago Code, Believe), como Robert Boseman, advogado que rouba os clientes de Diane; Paul Guilfoyle (CSI), como Henry, pai de Maia, um consultor financeiro bem sucedido; e Bernadette Peters (Mozart in the Jungle), como Lenore, mãe de Maia, um mulher que saiu da classe operária tornando-se uma especialista em finanças, ajudando o marido a se estabelecer na profissão.

Criada por RobertMichelle King, responsáveis pela serie original, The Good Fight tem produção da CBS Television Studios em associação com a Scott Free Productions e King Size Productions. A distribuição internacional é da CBS Studios International.

Fonte: Nova Temporada

sábado, outubro 15, 2016

Por onde anda: A triste história de Matilda

Eu acompanhei os filmes da Mara Wilson quando eles foram lançados; temos quase a mesma idade e crescemos juntos, por assim dizer. Enquanto outras crianças-prodígio viram a ascenção de suas carreiras, a maioria delas caiu no ostracismo.

No caso de Mara, o fim veio acompanhado de uma forte depressão, e até hoje ela sofre com comentários maldosos que vem recebido ao longo dos anos, em que figurou em listas maldosas na internet.

Leia na matéria abaixo, que vi na BBC Brasil.


 Quem se lembra da garotinha que ficou conhecida por seus papéis fofos, como o da filha de Robin Williams em Uma Babá Quase Perfeita (1993) ou a protagonista de Matilda (1996)?

Mas por onde ela anda?

Mara Wilson, hoje com 29 anos, acaba de lançar sua biografia, em que conta como ter virado uma estrela mirim só tornou sua vida triste. Revela ainda como foi difícil se dar conta de que jamais seria bonita como Scarlett Johansson ou Kristen Stewart - e de como isso minou sua carreira em Hollywood.

"Durante uma época, eu era paga para ser fofinha, mas depois fui contagiada pela maldição de ser uma atriz mirim", conta a atriz em seu recém-lançado livro Where am I now? (Onde estou agora?, em tradução livre).

"Após uma seleção em que o diretor me disse que eu era perfeita para o papel da amiga gorda, a qual era alvo de piadas em todas as páginas do roteiro, me caiu a ficha. Aos 13 anos, ser bonita era o que importava. E não apenas no mundo do cinema e da televisão."


 A atriz lembra ainda de como durante uma filmagem, quando tinha 12 anos e já sem a mãe, a diretora que ela considerava como "uma avó postiça" teve de lhe explicar que seu corpo estava mudando e, por isso, precisaria usar um sutiã. "A puberdade havia chegado, e eu fui a última a saber."

Boa parte da biografia é focada em como ela sofreu com depressão e outros problemas, inclusive o intenso bullying de que foi alvo na internet e de como aprendeu - depois de muito sofrer - a lidar com tudo isso.

Ela cita uma crítica que achou particularmente brutal. "Uma vez eu entrei em contato com a autora de uma lista (online) chamada 'As ex-estrelas mirins mais feias' para perguntar por que ela, como uma mulher, punia outras mulheres pela aparência delas. Ela me escreveu se desculpando, dizendo que só escrevia coisas estúpidas online para pagar as contas."



"Vou dizer como me senti quando achei um site com fotos (falsas) minhas nua aos 12 anos. Vou dizer que eu conheci os dois lados desse 'ser fofinha', e, nos dois casos (como atriz mirim e em sites de pornografia), isso só fez com que minha vida fosse miserável", afirma.

terça-feira, outubro 11, 2016

Primeira série original brasileira, 3% ganha data de estreia na Netflix


3%, a primeira série brasileira da Netflix, estreia no dia 25 de novembro. Foram produzidos oito episódios.

Criada por Pedro Aguilera Fernandes, a série surgiu de um projeto oferecido à TV Cultura em 2009, pelo programa Mais Cultura. Um piloto chegou a ser encomendado para avaliação, mas o projeto não virou série. O episódio, dividido em três partes, foi postado no Youtube no formato de websérie.

Estou ansiosíssimo não só pra ver a série, como também pra ver o possível impacto que ela causará em nível mundial, já que todos os episódios serão lançados mundialmente no mesmo dia. A julgar por experiências "internacionais" anteriores da Netflix, a repercussão nos grandes sites especializados não é garantia, mas o potencial sempre existe.
"Blog de humor e fantasia, criado para fins de entretenimento, apenas. As informações e opiniões aqui contidas podem não corresponder à realidade. Se você se ofendeu com alguma postagem, certamente a mesma se trata uma ficção que deve ser imediatamente desconsiderada, e não levada a sério"
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