
Finalmente acabou!
Pode falar a verdade: a terceira parte, realmente, ficou o cúmulo de chata; e a lição de tudo isso é: nunca faça uma postagem quando estiver muito cansado!
Mas hoje será melhor, eu juro sobre essa Bíblia!
Porque hoje eu só estou um pouco cansado, então vamos acabar logo com isso!
Os grandes nomes da MAD!Não vamos falar de todos, mas sim dos meus preferidos.
Pra melhor guiar vocês nesse emaranhado de nomes novos e figuras bizarras, eu preparei um painel com todos os figurões da
MAD que serão mencionados aqui. Eu gostaria de falar do Ota, antigo editor brasileiro, mas fica pra uma próxima. A memória dele sempre estará em nossos corações. Beijos me liga, Ota!
Acabou que só falaremos dos cartunistas estrangeiros da
MAD, e você verá que a babaquice realmente não tem fronteiras!
Painel com os cartunistas mais famosos da MAD
(clique para ampliar)

Eles
têm no seu expediente cartunistas fracassados como o incrível
Sergio Aragonés (nascido em 1937), um dos meus preferidos. Espanhol de nascimento e mexicano por falta de opção, Aragonés bate
carteira cartão desde 1963. É criador do valente personagem
Groo, pouco aproveitado nas edições atuais. Também assina as famosas
Marginais, que são tirinhas em miniatura distribuídas pela revista. Chamam-no de
"o cartunista mais veloz do mundo".
O vampiro, por Sérgio Aragonés.
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Outro tonto da
MAD é o
Al Jaffee (1921), que atrapalha nossas vidas desde 1955, quando ingressou na revista. De todos, talvez ele seja o que mais tem contas a acertar no Juízo Final; não só por ter criado a série
Respostas Cretinas para Perguntas Imbecis, mas também por ter idealizado as amaldiçoadas
Dobradinhas MAD!
(Deus te abençoe, Al Jaffee!)Dobradinha MAD, de All Jaffee.
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Quem também está vivo é o
Duck Edwing (1934), na
MAD desde os anos 1960. Seus desenhos já ilustraram a
Playboy dos EUA, e por mais que tenham mais a ver com a escrotice, foram parar na
MAD. Depois da morte do cartunista
Antonio Phorias, criador da seção
Spy vs. Spy, Duck assumiu o trabalho e se saiu tão bem quanto o outro. Duas feras.
A frenética folia final, por Duck Edwing.
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Tem também aqueles que já se foram, como o inesquecível
Dave Berg (1920-2002), autor da série
O lado irônico, e que ficou na
MAD de 1956 até a sua morte, em 2002. Também foram fiéis: o já mencionado Antonio Phorias
(1921-1998), e
Don Martin (1932-2000), que era apontado como o cartunista mais maluco da equipe. Seus traços toscos tinham uma explicação: Martin sofria de uma doença degenerativa, pelo que se submeteu a uma cirurgia de transplante da córnea. Precisava de todo um equipamento óptico para elaborar suas tirinhas.
O lado irônico das Sogras, por Dave Berg.
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Procedimentos para um holocausto nuclear, por Don Martin. (clique para ampliar)

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