domingo, dezembro 19, 2010

Will Smith pode voltar à TV com drama criminal

Um dos atores mais bem pagos de Hollywood, Will Smith tem planos de voltar a fazer televisão após muitos anos. Desde o fim de The Fresh Prince of Bel-Air "Um maluco no pedaço", exibida pela rede NBC entre 1990 e 1996, Smith deixou a TV em segundo plano para emplacar uma bem-sucecida carreira cinematográfica.
 
Ele ofereceu e a 20th Century Fox TV está estudando a possibilidade de produzir uma série criminal ambientada na China, co-produzida pela cineasta chinesa Eva Jin. Vale lembrar que a China já serviu de cenário ao remake do filme Karate Kid, produzido por Will Smith e estrelado por seu filho Jaden e Jackie Chan.

Se este não der certo, já existe um segundo projeto de série ainda mais encaminhado. É uma adaptação da comédia romântica Hitch, Conselheiro Amoroso, assinada pela sua produtora, a Overbrook Entertainment, a mesma que trabalha em cima do novo projeto apresentado à FOX.




Totó vai morrer em Passione

Novela ruim. Personagens chatos. Tudo tem um fim. E Passione, por pior que seja, tem dado um tratamento especial às figuras do lado do bem que não agradaram o público.

A primeira a partir desta para uma melhor foi a Diana, o pior trabalho de Carolina Dieckmann, mesmo sendo verdade que a culpa não foi só dela. A jornalista morreu no parto da sua filha, no capítulo deste sábado (18).

E o próximo, quem diria, será o Totó (foto), o pobre tolo que fez o telespectador viver momentos de desespero, tamanha era a sua ingenuidade. Ninguém quer ver isso na televisão.

O mais interessante é como será a morte do Totó: segundo o jornal Extra, o assassinato vai ser resultado de um plano da Clara, mancomunada com seu comparsa Diogo. Ou seja, depois de tanto tentar, aparentemente Clara vai conseguir o que tanto queria. Merece!

Ela e Diogo armam um falso sequestro, mas na ocasião, o italiano reage consegue desarmar o rapaz, que invade o seu apartamento mascarado. O pobre Totó acaba entregando a arma para Clara atirar em Diogo mas a vilã acerta dois tiros no marido. Não ficou muito claro haverá testemunhas. E também, a cena ainda está sujeita a alterações, e do jeito que as coisas andam, é capaz de o Totó sobreviver aos tiros fatais.

A cena da morte do Totó ainda não tem data de exibição. Quem sabe assim Passione não consegue se redimir, afinal a novela está em sua reta final e até já mostrou a que veio, só não conseguiu convencer o público.


domingo, dezembro 12, 2010

"O Clone" volta em janeiro

Que o atual fracasso de Sete Pecados no Vale a pena ver de novo deixe a lição para a Globo não brincar com a sorte e analisar bem as novelas que reprisa. Com o baixo ibope alcançado pela trama de Walcyr Carrasco, a substituta tinha que ser responsa: vem aí O Clone, de 2001, trazendo consigo lembranças de tempos mais fáceis.

A reprise de O Clone já vinha sendo pensada e descartada e depois pensada de novo há muito tempo, mas com as intromissões autoritaristas do Ministério da Justiça, a Globo não sabia bem se a coisa ia funcionar. De um lado, o MJ exigindo o corte de cenas impróprias. Do outro lado, a própria Globo, fazendo cortes por prazer. O problema é que, do jeito que as coisas são, praticamente não vai sobrar novela para a emissora se divertir retalhando.

Sete pecados, como se sabe, tem registrado índices insatisfatórios e boatos dão conta de que os cortes chegam a aproximadamente sete ou oito capítulos resumidos em um. O Clone, vale dizer, não tinha tiroteios, nem linguagem inapropriada, nem demasiado apelo sexual. As cenas mais fortes são as protagonizadas pela viciada Mel (Débora Falabela) em seus episódios. E qual o problema nisso? O objetivo era alertar o público para os estragos que as drogas podem causar não só aos usuários, como também em todos os que o cercam. Essas lições, o MJ não deve querer que o Brasil aprenda. Ou não?

O Clone volta em janeiro, para a alegria dos telespectadores, e com promessa de muitas decepções. Paralelamente, vamos acompanhar a atuação da Associação dos Roteiristas, que nesta semana se manifestou, formalmente, contra o sistema de classificação indicativa/ nova censura.

quarta-feira, dezembro 08, 2010

Fox não produzirá novos episódios de "Lie to me"

A Fox desistiu de prosseguir com a produção da atual temporada de Lie to me, que terá apenas 13 episódios. Contudo, oficialmente a série não está cancelada, não sendo descartada a possibilidade de uma quarta temporada. No mínimo, vamos concordar, essa decisão não é um bom sinal.

Tida como a maior emissora dos Estados Unidos, a Fox concentra grandes índices, o que não é o caso de Lie to me. Embora não sejam números desastrosos, o drama estrelado por Tim Roth está sempre abaixo de 10 milhões de telespectadores, referência de boa audiência na tevê estadunidense. Os últimos episódios têm se concentrado entre 5 e 6 milhões.

Para um seriado, um clima desses nunca favorece, além do que é improvável que Lie to me aumente exponencialmente a sua audiência para se enquadrar nos padrões do canal.

A cobrança, em casos como esse, é muito grande, mesmo para séries que não tinham tanta expectativa: Life Unexpected ganhou de presente uma sobrevida que, infelizmente, só serviu para criar falsas expectativas nos telespectadores. O canal CW já vinha pensando em cancelá-la, e só fez isso oficialmente há poucas semanas. Assim como a anterior, sua ssegunda e última temporada não passará de 13 episódios.

E nem adianta apelar para a DirecTV, que num passado recente fez com que Friday Night Lights e Damages corressem para longe da luz, conduzindo-as para um final digno. Agora, a empresa vai passar a investir em séries próprias, inéditas.

Pode ser que a Fox realmente esteja pensando em produzir uma quarta temporada de Lie to me, mas de qualquer forma... Que os fãs se preparem para o pior.


domingo, dezembro 05, 2010

Smallville: Luthor

Sexta-feira (03 de dezembro) o canal The CW exibiu "Luthor", 10º episódio da última temporada de Smallville. A audiência, de 2.79 milhões de telespectadores, foi uma das melhores da temporada.

Fazendo jus ao título, "Luthor" resgatou um dos personagens mais fascinantes de Smallville, o arquivilão Lionel (John Glover). Com isso, a série conseguiu trazer para o público o melhor episódio desde a 7ª temporada - quando Lionel foi precocemente assassinado.  É isso aí. Um episódio digno da era Luthor, só com um legítimo Luthor participando.

A justificativa para a volta de Lionel foi a utilização de um artefato kryptoniano, que levou Clark para uma realidade paralela: uma Terra em que o bebê Kal-El não foi encontrado no milharal pelos Kent, mas pelo grande empresário, que o criou à sua imagem e semelhança. Nesta dimensão, Tess Mercer foi criada ao lado de Clark. Vale lembrar que no episódio anterior, "Patriot", descobrimos que Tess é na verdade Luthessa Luthor (argh!), irmã bastarda do Lex e que, apesar de tudo, não foi criação dos "gênios" por trás de Smallville. Um nome desses bem que podia ser coisa deles.

Essa mesma descoberta o Clark faz ao ser transportado para a outra Terra. E, por mais que ele tentasse ficar furioso com a Tess por ela não ter lhe contado o que descobriu sobre suas origens, ele sentiu na pele o que era ser um Luthor - não só com relação ao ódio que causava nas outras pessoas, mas pela deficiente criação dada por Lionel aos seus filhos. Mesmo o Clark, que era abertamente o seu favorito (ao ser questionado por Tess, Lionel explicou que ela não recebia o mesmo amor que Clark por não ser "especial o suficiente"), era tratado com a mesma rigidez com que Lex foi criado, e com isso se tornou um playboy inconsequente, que vivia pelas ruas fazendo justiça e tocando o terror, sob o codinome Ultraman (bem original). Esse Clark, inclusive, matou o Lex dessa realidade.

O Clark "Borrão", que caiu de pára-quedas nesse mundo, mal pôde acreditar nas coisas que via. Era hostilizado pelos que, do lado de lá, eram seus maiores aliados: Oliver e Lois, que aqui eram noivos. O caso de Clark era com Tess, o que não tinha problema nenhum, afinal ela podia ser filha bastarda do Lionel, mas ele era adotado.
Se o nosso Clark estava no lugar errado, o Clark errado também foi parar no nosso mundo. Tentou seduzir Tess para destruir a caixa kryptoniana, para não precisar voltar para a vida miserável que tinha, mas ela não cedeu e, ao lado de Lois e Oliver, lutou para resgatar o verdadeiro Clark. Este, por sua vez, teve que confrentar Lionel, que descobriu a sua traição e queria vingança.

Por fim, quando Clark consegue abrir o portal para voltar para a sua Terra (destaque para a atuação de Tom Welling neste episódio), mal percebe que não viajou sozinho... Lionel está de volta! E na pior versão possível, já que o Lionel que morreu estava do lado bom da força. Um Luthor é suficiente para fazer uma boa Smallville. Quem sabe o Michael Rosenbaum não muda de ideia? Pelas últimas notícas que li a esse respeito, ele estava ameaçando reconsiderar e voltar à série, nem que fosse para um episódio apenas. Faça isso, Michael.

No próximo episódio de Smallville, a quem interessar possa, Lois será pedida em casamento. Os produtores, por outro lado, não garantem que a cerimônia vá acontecer.

Foto de "Icarus": Clark pede Lois em casamento

sexta-feira, dezembro 03, 2010

A tão aguardada morte de Diana em "Passione"

Teje morta
Nunca uma protagonista foi tão odiada na dramaturgia brasileira quanto a Diana, de Passione. E olha que é interpretada por Carolina Dieckmann, uma das atrizes mais festejadas de seu tempo, que vem de trabalhos marcantes como a Camila de Laços de Família e a Isabel de Senhora do Destino. Está certo que, fora das telas, Carolina não tenta uma escalação no time das unanimidades, mas a rejeição da Diana é algo fora do comum.

O público reivindica a morte de Diana, desde os primeiros meses da novela. É a primeira vez, creio eu, que os telespectadores fazem tanta questão de matar alguém, e olha que já vimos personagens chatolinos na ficção. A bem da verdade, ninguém engoliu o corno que ela deu no Mauro (Rodrigo Lombardi), por mais que o babacão merecesse.

Descrita como uma "mocinha moderna" (novo nome para piriguetagem) pelo autor Silvio de Abreu, a Diana não conseguiu conquistar o público, e poucos foram os que entenderam os motivos que a levaram a casar com o Gerson (Marcelo Anthony), mesmo sendo verdade que o encanto só foi quebrado na primeira vez que ela levou um par de gritos do marido. Só então ela descobriu que era mais fácil ficar com o Mauro do que correr o risco de levar uma bifa. Surge um amor.

Como será a morte da Diana: a personagem morrerá em decorrência de complicações no parto da sua filha Vitória, informa o jornalista Daniel Castro. Além de Diana, outro personagem central vai morrer ainda este mês. E tem tanta gente irritante naquela novela que é difícil escolher só um.


quinta-feira, dezembro 02, 2010

Glee dispensará atores mais velhos em 2012

De antemão, Glee já tinha sua terceira temporada garantida, isso quando a primeira nem tinha acabado ainda. Essa festa os atores tinham razão em participar. Só que a intenção da série é se perdurar no tempo, e para isso vai se desfazer dos atores mais velhos.

Talvez tenha realmente sido um erro contratar atores já adultos para interpretar menores de idade, mas isso não vai impedir os planos da comédia, de seguir em exibição sem prazo determinado. O colégio McKinley High vai continuar sendo o cenário principal das histórias, e sendo assim, em regra, quem for se formando vai também se despedir do seriado.  E daí veio uma nova regra: "a cada ano vamos formar um novo grupo", anunciou o Ryan Murphy, co-criador de Glee.

Os que já interpretam adultos, se for conveniente, poderão continuar. E também, a série vai passar a funcionar do ponto de vista do professor: "Eu acho que você tem que ser sincero e encarar o fato de que aquele é um grupo de pessoas que vêm e vão na vida dos professores  — elas se formam, e se vão", concluiu Muphy, Pelo menos, assim não corremos o risco de perder a Sue Sylvester.

Glee, cartão de natal — Episódio especial vai ao ar em 07/12
Lea Michele tem 24 anos, mas a Rachel nem completou 17. Alarmante é o caso de Corey Monteith, o Finn,que já tem 28 anos, mesma idade do dançarino Harry Shum, Jr. (Mike Chang, também chamado de "o outro asiático"), que só agora foi promovido ao elenco fixo e ganhou até falas. Esses aí têm grandes chances de irem embora. "Não tem nada mais deprimente do que um colegial careca", sentencia Ryan. Com isso, eles querem se afastar de um dos grandes defeitos de The O.C.


Uma das apostas da atual temporada é Chord Overstreet, o Sam Evans. "Uma das coisas que me deixaram feliz foi que nós pudemos, neste ano, trazer novos personagens. Eu não sei se o público gostaria que criássemos esses personagens, como o Sam, mas eles gostam agora". Outro que agradou foi Blaine (Darren Criss), contratado para ser o namorado do Kurt (Chris Colfer)  — segundo foi divulgado, seu personagem só viraria fixo na próxima temporada, mas sua participação cresceu logo depois da sua primeira aparição.

E se Lea Michele já estava preocupada com a pouca atenção que está sendo dada à Rachel, é bom se conformar, porque Glee já está se preparando para viver sem ela.

Se aprovadas, tais mudanças devem ocorrer a partir da 4ª temporada. A Fox, por outro lado, não confirmou as afirmações de Ryan Murphy, desta forma, tudo o que ele disse pode não vir a acontecer. Afinal, se a emissora não aprovar essas mudanças, quem vai ter que se conformar é ele.

"Blog de humor e fantasia, criado para fins de entretenimento, apenas. As informações e opiniões aqui contidas podem não corresponder à realidade. Se você se ofendeu com alguma postagem, certamente a mesma se trata uma ficção que deve ser imediatamente desconsiderada, e não levada a sério"
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