segunda-feira, maio 05, 2008

Novo clipe da Nicole Scherzinger

Saiu esses dias o novo clipe da Nicole Scherzinger (seja lá como se pronuncie isso), do seu primeiro álbum solo desde as Pussycat Dolls, o Her name is Nicole (só Nicole). Pra quem não sabe, o disco poderia se chamar Her name is Nicole Elikolani Prescovia Valiente Scherzinger, mas por ser um nome muito comum nos Estados Unidos, a gravadora decidiu abreviar só para "Nicole", abrangendo assim todas as Nicoles do mundo.
O álbum foi produzido com a parceria de Timbaland (onipresente) e do Will.i.am, do Black Eyed Peas - e suponho que tenha o dedo dele no single Rio, já que todo mundo sabe que Will.i.am namora o Brasil há muito tempo - mais precisamente, o Rio de Janeiro.
Em "Rio", Nicole conta a história de uma garota que tem esse nome (igual ao daquela sua amiga carioca, não lembra dela? A Rio! Morenaça!), que dança na areia e através do Rio Grande (acompanhe a letra).
Claro, a música não se destaca por ser de uma poesia ímpar, mas se você curte esse tipo de som não deixe de assistir ao clipe, porque é uma canção legalzinha. Dá pra ver a influência do Will.i.am em toda a letra. Pra você que é fã dele, vale a pena conferir o legado de amor ao Brasil que o vocalista do BEP vem disseminando no primeiro mundo. Fechando essa postagem com 5 inserções em parênteses, um recorde pra uma postagem tão curta!

NICOLE SCHERZINGER
RIO


Wow! Moving on the floor now babe, You're a bird of paradise Cherry ice cream smile, I suppose it's very nice With a step to your left and a flick to the right You catch that mirror way out west You know you're something special And you look like you're the best CHORUS Her name is Rio and she dances on the sand Just like that river twisting through a dusty land And when she shines she really shows you all she can Oh Rio, Rio dance across the Rio Grande I've seen you on the beach and I've seen you on TV Two, of a billion stars, it means so much to me Like a birthday or a pretty view But then I'm sure that you know it's just for you CHORUS Hey now (wow), look at that, Did he nearly run you down? At the end of the drive, the lawmen arrive, You make me feel Alive, alive, alive I'll take my chance, 'cause luck is on my side I tell you something, I know what you're thinking I tell you something, I know what you're thinking CHORUS

segunda-feira, abril 28, 2008

Numa novela de época

Desde Chocolate com Pimenta (2003), a Globo se empolgou com produções epicistas no horário das 6, e nunca mais largou. A trama de Chocolate misturava Maria do Bairro com Betty, a Feia e muito humor pastelão, resultando numa novela muito boa para o horário, com uma audiência empolgante que resultou na confirmação de Walcyr Carrasco como um grande autor de novelas e gerador de dividendos na Globo. Antes de Chocolate com Pimenta, a última novela de época tinha sido A Padroeira, de 2001, também de Carrasco. Nesse meio-tempo, a emissora carioca continuava o ritmo de novelas "de tempo real", já que as de época eram exceções. Desde o fracasso da Salomé (1991), a Globo só foi produzir outra novela das seis de época em 1999, com Força de um Desejo, depois deu uma chance para Esplendor e O Cravo e a Rosa, em 2000. Depois, a emissora levou um susto com a confusão da Novela da Sandy (2001) e voltou a apelar para uma novela de época, A Padroeira.

SALOMÉ - CHAMADA



Recuperada do susto, produziu Coração de Estudante, que agradou, sendo acometida depois pelos maiores desfalques ibópicos da sua história recente: Sabor da Paixão (2002) e Agora é Que São Elas (2003), novelas ruins de doer, que o público cuspiu em cima. Depois disso, recuperou-se com a já mencionada Chocolate, seguindo de Cabocla (2004), duas novelas de época, que recuperaram o público perdido com aqueles fracassos. Até aí ela não tinha se dado conta do poder da ré cronológica nas produções, chegando a arriscar Como uma Onda em 2004 e se arrependendo profundamente.
Foi aí que a Glande Grobo ejetou Alma Gêmea (2005), o maior sucesso ibópico do horário até o momento, infelizmente escrita pelo Walcyr Carrasco. Uma novela de sorte, pois tinha o texto pior do que um chute no chongas, mas agradou. A história de Serena Conselheira da Mata e do Floricultor Incrédulo, e as maldades de Cristina formaram a mais bem-sucedida novela do autor na Globo, que chegou a ser chamado de O Senhor das 6.
Desde então, as novelas de época foram consagradas como o escopo intelectual dos autores e a garantia de uma fatia certa do público no horário.
Mas quem em sua santa fé assiste a essas novelas?
O público de uma novela das 6 é bem conhecido pela Gl
obo, que faz pesquisas específicas pra saber com quem está lidando. Os resultados mostram que esse público é geralmente formado de dondocas, velhas senhoras, adolescentes retardados que não mudaram de canal refletindo sobre o último episódio de Malhação, e donas de casa apreensivas que estão esperando os maridos chegarem e que não querem assistir a nada que as faça pensar ou que ingrediente a sua cabeça de mais apreensão.
Conhecido esse público, as histórias numa novela de época são bem melhor aproveitadas. Primeiro, porque os telespécs se encantam com o figurino, os dialetos, os carros antigos, a trilha sonora. E para o autor, as situações fluem bem mais fácil e repercutem bem mais na trama. Por exemplo, o marido que descobre que sua mulher está o chifrando no século 21 reage de forma bem diferente do marido do início do século 20 pra trás. Essa diferença de valores deixa o humor mais explícito e rápido de se entender. As características dos personagens estão mais à mostra, fugindo da dubiedade de caráter que todos nós já não escondemos como fazíamos décadas atrás.
E a Globo não pára de produzir novelas das 6 de época. Sinhá Moça não fedeu nem fragrou, fazendo mais sucesso em Portugal do que aqui. Pegando carona em O Profeta (2006), outro grande sucesso em audiência, veio Eterna Magia (2007), querendo trazer uma idéia diferente, misturando Wicca com Harry Potter e tentando manter o esteriótipo consagrado pelo público que assiste àquelas novelas. Jogou um Thiago Lacerda e uma Malu Mader sem descuidar da de menor Maria Flor, fazendo uma misturada doida, que ningúem gostou. Pra mim, se o elenco fosse outro, haveria até uma chance, mas não deu outra. Fiasco.
Depois, veio Desejo Proibido, trazendo uma história mais simples, mas simples demais, o amor impossível etc. Elogiada pela crítica, que abraçou a novela como a um filho bonitinho e bem escrito, o que de fato é, a novela não teve jeito, e foi encurtada. Fiasco.
E vem aí Ciranda de Pedra, que é... de época. Mas a Globo parece estar adotando uma outra estratégia, pra não mais correr grandes riscos com uma produção, sem abrir mão do epicismo. Essa tática, já testada recentemente em O Profeta, é apostar em remakes de novelas já aprovadas pelo público num outro momento. Aproveitar os roteiros, mudar uma coisa ou outra, e pronto. Depois é só apostar pro remake repetir o sucesso da versão original. E o que não falta para a Globo é acervo para remake, principalmente considerando que houve épocas em que se exibia uma novela a cada duas horas. Se a idéia pegar, não precisariam nem mais ser novelas epicistas, mas remakes de outros grandes sucessos, como de autores como Dias Gomes e Janete Clair, os mais respeitados autores da casa, que nunca fizeram novela pra ser encurtada.
Pela nova classificação indicativa, aquela merda em forma de classificação, as novelas das 6 tendem a ser cada vez mais água com açúcar, deixando os autores de pouca fé sem ter o que escrever.
E o possível fiasco de Ciranda de Pedra, que eu desejo do fundo do meu coração, quem sabe a Globo não cria juízo e não pára de apostar só em fórmulas prontas, dando espaço para novas idéias. Mesmo que essas novas idéias fracassem, nunca irão desgastar, pois são que são novas idéias. E novas idéias facilitam sua vida!


domingo, abril 27, 2008

A audiência caiu!

Após ser transferida das 20:15 para as 21:00, a novela Lalola não está agüentando o confronto direto com Duas Caras e as novelas da Record, deixando o SBT disputando com a Band os farelos de 3 pontos no Ibope - o que é péssimo pra uma novela que veio como uma grande aposta pro SBT e que nos primeiros capítulos passava dos 2 dígitos, e ultimamente estava patinando na faixa dos 5 pontos.
O que é uma pena, já que a trama da novela já engrenou, o protagonista Fernando já sabe do segredo da bruxaria que levou Lalo a virar Lola, e um terceiro rapaz chegou pra formar um - adivinha: - triângulo amoroso. Trata-se de Billy, ex e primo da Grace (melhor amiga e confidente de Lola), com quem o antigo Lalo não se dava muito bem (pois é!). E pro Fernando vai ser um inferno, pois enquanto ele se sofre com o conflito de aceitar ou não a Lola do jeito que ela é, o Billy confessa para Lola que a sua última trepadinha foi com um transsexual. Mal dá tempo de Lola refletir sobre se Billy seria o cara ideal pra ela, e ele sugere que ambos deveriam dormir juntos.
E é nesse climax que a novela está passando despercebida... em São Paulo.
Sempre São Paulo, a pedra no sapato do telespectador brasileiro de TV aberta. O blog Lalola Brasil deu a informação de que em Alagoas a novela atinge estúpidos 21 pontos de média, contra 2 da Recópia, deixando pra trás até a Glande Grobo...! Embora seja fodinha aceitar, as emissoras paulistas costumam levar em conta apenas a audiência no seu estado. A Record, porém, vem mudando esses conceitos, almejando abranger o território nacional do mesmo jeito que a Globo - isso sim é coisa de quem quer a liderança.
A dublagem, que antes foi o pior defeito da novela, hoje não incomoda tanto - como eu disse em janeiro, a tendência era ir se adequando. A desvalorização do trabalho dos dubladores é injusta, exceto nas cenas em que todos os personagens falam ao mesmo tempo, isso aí não dá, pelo amor dos meus filhinhos, né não? Hehe!
O texto está cada vez melhor, e os atores argentinos mostram que já sabem por que estão ali. Em espanhol, a novela é ainda melhor. Grande destaque é o ator Hércules Fernando, que faz as vezes do Gastão, um dos vilões da trama, que chama atenção por ser o mais sem noção de todos ali. Numa cena, ele acredita que Lola seqüestrou o Lalo e é uma bruxa, e ao contar suas suspeitas para a Natália (rival de Lola e filha do patrão), de uma hora pra outra começa a abençoá-la como numa sessão de descarrego, chegando até a falar em "português" (tosco)... Como os bispos da Record.

LALOLA EM ESPANHOL
ADIANTE PARA 01:53 E VEJA O PERSONAGEM GASTÃO FALANDO EM PORTUGUÊS




Pena que o telespectador paulista continue ordenando a tábua dos mandamentos das emissoras de São Paulo. Se eles soubessem o poder que têm, talvez a TV de hoje não estaria essa porcaria...

AGRADECENDO TAMBÉM A LALOLA TV E COISINHAS

quinta-feira, abril 24, 2008

Oi como fas ??/??

tiop el 6 q agora émo dinia flaar tiops asci<> ta li, gado na=prada mano? heheheea eu tiops asho super dijno tpoi kda 1 se manifeast como li bein entnender neh naum??^/ diarcodo kum çuas igdidade bls?//
con ctesa,, ólia fikdik: si mue nomes nuam si shamasi Adolfuh eu mim xamaria Jo&lma do Cal Ipsum ^^ apagay o mundo!
Fikdik (2): Aumentes sue pênis vç teim pimto pcno rs
birnkdera rs perdoaeo /)
Mais agora pretemduh flaar sobsre minia biofotogra
fia bls pdode ç?er?? silensios ok

GUADALAJARA - 1889

protno falei rss oi
javascript
tÊsto den1sias trabalio jonalisteco (redumdansias)

NOTISIAS UOL OL MELIOR COMTEUDO OI BRASIL IL TELECOM RS


Nosa 100m nosaum braslero pezor nus USEUA ACzuado de ter rorimsö gnete aff
iso num eh posivel eo num poço cerediar naum mrecuso iso num pode mais q ab-surdo :(0
o nome dele eh Joels EmosL de 3sete anos de id aids add ele no mçn vamso apoia u pop c8tado gnt q calamid add ele viu
to ouvndo NX pra naõ ~ eh pela ulti,ma veis eh pela ultima veis heaheha * ÖVE NX PRA TE DA FORSA NESA ORA * i add elî o Joels nu msn galera bls??//?°? asho super valido ***88*** vo6 n1 vaum si arepemde ok ^^
reflitaum /omde ese menudo vai para??//1

bg na testa rs cataël

Srtú. Adolfuh =3 **** LINDSAY FOREVRER **** AMUL **** CONSEJÜI TOL NA MINDIA RÇ
num volto naum hahahahannah montanah (L)

domingo, abril 20, 2008

Matt LeBlanc em clipe raro de Alanis Morissette

Esse é de 1991, pelo que consta só foi veiculado no Canadá, país natal de Alanis Morissette (Ottawa, 1974), e naturalmente, onde ela começou a carreira.
A música, Walk Away, pra variar, conta a história de uma garota que não acerta em relacionamentos, e que já cansou disso, pronto, falei, agora chega. De um certo modo, Alanis é a Shakira Riponga canadense. No início dos tempos, Shakira também tinha o estilo teen-lambada, a cabeleira cheia e o sacolejo menudo quando cantava. A diferença é que Shakira levou a carreira para outro rumo, e Alanis se encontrou mais cedo num determinado estilo, onde persiste, até hoje.
Já no início dá pra ver o Matt (Joe) jogando uma sinuca com o Dunha!
E é ele que dá o tal do toco na Alanis, mas corre atrás, arrependido.
Algo que o Joey não faria.
Pra quem é fã de Friends, uma das melhores séries de todos os tempos, o clipe é um achado. O Matt tá com a mesma cara com que começou em Friends, em 1994, que viria a se tornar um sitcom bastante bem-sucedido.

Com a participação de MATT LeBLANC - JOEY TRIBBIANI

ALANIS MORISSETTE - WALK AWAY



Pros fãs fervorosos dessa série incrível, aqui vai uma imagem dos seis amigos de perfil, tirada para a divulgação da décima e última temporada. Update 12-05-08.

blogaritmox@gmail.com

domingo, abril 13, 2008

HOMENAGEM AO DIA DO HOMEM: Historiador diz que o sexo oprimido é o Masculino!

Martin Van Creveld é defensor dos direitos dos homens numa sociedade majoritariamente feminista. É autor de vários livros onde defende o verdadeiro sexo frágil - o masculino - e fala das opressões características do sexo dominante - o feminino.
Ora, direis, ouvir estrelas, que preconceituso você é. Mas nem é isso, concordemos ou não, o historiador israelense não se tornou quem é criando histórias e conjecturas. Leia, na íntegra, a interessante entrevista que Van Creveld concedeu à revista Veja em outubro de 2003, quando tinha 57 anos. Pelo menos dá pra rir um pouco! Esse Martin...

O SEXO OPRIMIDO

Historiador diz que os discriminados
são os homens e que eles têm menos
direitos que as mulheres


Diogo Schelp - VEJA edição 1822. Subido por: BlogaritmoX.blogspot.com

O historiador israelense Martin Van Creveld, está acostumado a tratar de questões polêmicas. Professor da Universidade Hebraica de Jerusalém, especialista em história militar, Van Creveld é chamado com freqüência para opinar sobre conflitos mundiais, como os que atingem seu país. Lecionou nos principais institutos de estratégia, civis ou militares, do mundo ocidental, incluindo a Escola de Guerra Naval dos Estados Unidos. Pesquisador respeitado, nos últimos anos Van Creveld tem se dedicado também a estudar outro tema explosivo: a guerra dos sexos. Em seu mais recente livro, O Sexo Privilegiado, publicado neste ano na Alemanha e recheado de estatísticas, ele defende que são os homens – não as mulheres – os verdadeiros oprimidos pela sociedade. Ph.D pela London School of Economics, da Inglaterra, e autor de dezessete livros, entre os quais obras de referência no meio acadêmico, como O Futuro das Guerras e As Mulheres e a Guerra, Van Creveld faz questão de dizer que é casado e vive muito feliz com sua esposa. Na entrevista a seguir, ele explica sua teoria antifeminista.

O senhor é conhecido como historiador militar. Como se interessou pelo tema da discriminação contra os homens?

Van Creveld – Tudo começou alguns anos atrás, quando escrevi um livro sobre as mulheres e as guerras. Achei esse tema tão interessante que decidi fazer outro livro sobre o assunto. Como todo mundo, eu achava que os homens realmente oprimiam as mulheres e queria descobrir como era possível que essa situação pudesse persistir por milênios. Só depois de meses de pesquisa descobri que as evidências não davam suporte a minha tese e que, na realidade, são as mulheres o verdadeiro sexo privilegiado.

E por que isso acontece?

Van Creveld – Simples. Os homens não podem existir sem as mulheres. Já as mulheres, enquanto houver um único doador de sêmen, podem existir perfeitamente sem os homens. Essa condição natural condenou o sexo masculino a trabalhar mais pesado para sustentar o sexo feminino. Também teve como resultado o fato de que os homens são tratados com mais rigidez na educação infantil e perante a Justiça, além de estarem sempre prontos a morrer pelas mulheres em tempos de guerra ou de paz.

Por outro lado, no passado as mulheres eram condenadas a ficar em casa, não tinham a opção de trabalhar. Em muitas sociedades, isso ainda acontece. Tal fato não prova que as mulheres é que são oprimidas pelo homem?

Van Creveld – Não. Salvo raríssimos casos, o homem também não pode escolher se vai trabalhar ou não. Trabalhar, para o homem, é obrigação. Segundo a Bíblia, o trabalho foi um castigo dado para Adão, não para Eva. Além disso, as donas-de-casa são privilegiadas. De todos os grupos da população, elas são as que detêm a maior segurança e tempo disponível para dedicar a si próprias. Mesmo nas sociedades modernas, em que as mulheres já estão espalhadas no mercado de trabalho, as funções mais pesadas e sujas são realizadas por homens. Nos Estados Unidos, 93% dos mortos em acidentes de trabalho são homens. Isso ajuda a explicar outro indício de que as mulheres são privilegiadas: os homens vivem, em média, menos que elas. Por fim, poucas mulheres estão dispostas a sustentar o companheiro. Nos Estados Unidos, apenas 10% das mulheres ganham mais que o marido, e as estatísticas mostram que o índice de divórcio nesses casos é muito alto.

E quanto às mulheres terem garantido o direito ao voto apenas recentemente?

Van Creveld – As mulheres são, em média, menos criativas. Isso explica por que são os homens os responsáveis por praticamente todas as grandes invenções, descobertas e inovações humanas. Os homens quase sempre iniciam algo; as mulheres quase sempre os imitam. Os homens inventaram o impressionismo e, depois, uma ou duas pintoras os imitaram. Os homens construíram e dirigiram carros, depois as mulheres quiseram dirigir também. Os homens inventaram os computadores e as mulheres aprenderam a usá-los. Os homens lutaram para ter direito ao voto. As mulheres ficaram com inveja e fizeram a mesma reivindicação.

Se as mulheres é que sempre concentraram os privilégios, por que elas lutam, através do feminismo, para mudar sua situação?

Van Creveld – Como os homens, elas também querem ter mais privilégios. Como são, em média, mais fracas fisicamente que os homens, sua estratégia preferida para fazer isso é reclamar. Isso significa que, se todos os homens fossem enjaulados e todas as mulheres fossem declaradas donas de cada homem, elas continuariam reclamando. Para elas, reclamar funciona. Desde criança elas são criadas para acreditar nisso. Quando um garoto chora, ele é desprezado. Já as meninas, quando choram, são consoladas. O que é o feminismo se não uma eterna lamentação?

O senhor acredita que no mundo moderno as mulheres são ainda mais privilegiadas que no passado?

Van Creveld – Em meu livro eu mostro que a sociedade sempre fez a vida dos homens ser mais difícil que a das mulheres. Desde o início dos tempos os homens foram criados para produzir e dar e as mulheres sempre para receber e reproduzir. Os homens sempre tentaram dar à companheira uma vida mais fácil, mais segura e mais confortável. Recentemente, o feminismo ajudou as mulheres a ter privilégios adicionais. Portanto, elas são, realmente, ainda mais privilegiadas que no passado e os homens, ainda mais oprimidos.

Em tempo de guerra, crianças e mulheres formam a parcela da população que mais sofre. É verdade?

Van Creveld – Não. Em quase todas as formas de conflito armado os homens morrem em muito maior número que as mulheres. Há outras formas de sofrimento, mas eu não acredito que alguma possa ser pior do que morrer. A impressão de que as mulheres sofrem mais vem do fato de que os mortos (os homens), ao contrário dos vivos (as mulheres), não podem reclamar.

Os homens concentram mais riqueza e poder que as mulheres. Isso o senhor não contesta?

Van Creveld – Não. Mas isso não serve de prova de discriminação contra as mulheres. Sabe-se que, por liberarem mais testosterona, os homens são mais agressivos e portanto mais competitivos que as mulheres. São também mais fortes fisicamente, o que permite que exerçam funções de liderança com menos esforço. Além disso, eles abandonam com menos freqüência uma carreira; as mulheres costumam sair do mercado de trabalho para satisfazer seu desejo de ter filhos e criá-los. Para completar, os estudos mostram que, se na média homens e mulheres são igualmente inteligentes, no grupo de pessoas com QI mais elevado, acima de 180, a proporção é de sete homens para cada mulher. Tudo isso explica por que os homens tendem a ocupar mais cargos de chefia e a ter mais facilidade para ganhar dinheiro.

Em sua vida pessoal, o senhor também se sente discriminado?

Van Creveld – Como homem, eu sou constantemente discriminado em todas as formas de benefícios sociais. Por exemplo, minha esposa tem direito à licença-maternidade, eu não. O plano de saúde de minha universidade é mais benevolente na cobertura de doenças femininas, como o câncer de mama, que de doenças masculinas, como o câncer de próstata. Além disso, em Israel, como em muitos outros países, existe a crença de que as mulheres amam seus filhos mais do que os pais são capazes de amar. Não existe nada que prove que isso é verdade. No entanto, as leis tornam praticamente impossível para um pai divorciado obter a custódia dos filhos. Eu passei por um divórcio. A dor de não ter conseguido a guarda de meus filhos vai me acompanhar até meu último dia de vida.

As feministas têm um arsenal de estatísticas para provar que são oprimidas. Elas apontam, por exemplo, o fato de que, em alguns países, todo dia 6.000 meninas sofrem dolorosas cirurgias nos órgãos genitais para não ter mais prazer com o sexo.

Van Creveld – A clitoridectomia, como é chamada essa operação, é algo que velhas mulheres, agindo como suas ancestrais, impõem a jovens mulheres. Os homens dificilmente estão envolvidos nisso. Além disso, simplesmente não é verdade que a operação priva a mulher de prazer no sexo. Na maioria dos casos, isso não acontece. É um mito. Não esqueça também que o número de garotas que passam por isso não se compara ao número de garotos que passam pelo processo de circuncisão. Por que ninguém se levanta contra esse hábito? A resposta é simples: nós, homens, somos feitos para aceitar a dor.

No passado, as mulheres não eram mandadas para a guerra. Agora, vemos cada vez com mais freqüência garotas cometendo ataques suicidas em Israel e na Rússia, por exemplo. As mulheres perderam o privilégio de ser defendidas em tempo de guerra?

Van Creveld – A resposta está na palavra "mandadas". No passado, e em muitos países até hoje em dia, um número incontável de homens é recrutado e "mandado" para a guerra. Isso nunca aconteceu com as mulheres. Mesmo em Israel, as poucas combatentes mulheres que temos são voluntárias. O mesmo acontece com as palestinas suicidas. Como em muitos outros terrenos da vida, as mulheres têm o direito de escolher, enquanto os homens têm de agir contra a vontade própria.

As feministas dizem que as mulheres são mais diplomáticas e menos violentas quando estão em funções de liderança ou que requeiram o uso da força. Nesse sentido, é interessante ter mulheres em corporações como a polícia e as Forças Armadas?

Van Creveld – Os machos são, em média, mais violentos que as fêmeas. Mas a história mostra que as líderes femininas estão fora do padrão médio das mulheres. Lembre-se de Indira Gandhi e Margaret Thatcher. Elas eram tão agressivas e belicosas quantos os homens, ou até mais. Mulheres que escolhem atuar na polícia, por exemplo, talvez tenham a mesma característica. Por outro lado, o corpo feminino é muito menos adequado para se envolver em situações de violência. No Exército americano, as recrutas têm só 55% de força na parte superior do corpo e 72% na parte inferior, em comparação aos homens. Ou seja, como os homens possuem maior capacidade de ganhar musculatura, em vez de o treinamento intensivo diminuir as diferenças entre os sexos, tende a aumentá-las ainda mais.

As mulheres, por questões físicas, são mais propensas a ser vítimas de abuso sexual que os homens. As feministas dizem que todo homem é um estuprador em potencial. O que o senhor acha disso?

Van Creveld – As mulheres, talvez por passarem mais tempo com os filhos, matam mais crianças que os homens. Alguém diz que toda mulher é uma assassina de crianças em potencial?

As estatísticas sobre agressões contra mulheres não colaboram com as teses feministas?

Van Creveld – Não as estatísticas que eu cito em meu livro. Pesquisas americanas e canadenses mostram que o número de agressões entre homens e mulheres é igual, 25% para cada sexo. Nos outros 50% dos casos, os ataques são mútuos. Além disso, 20% mais mulheres cometem danos graves aos seus parceiros. Mais: as mulheres cometem três vezes mais agressões com uso de armas do que os homens. Por fim, os homens, com medo de serem ridicularizados ou presos, costumam não dar queixa quando apanham de uma mulher.

A Justiça é mais branda com as mulheres?

Van Creveld – Sem dúvida. Em todas as sociedades modernas, as mulheres recebem menos condenações que os homens. E, quando são condenadas, cumprem penas menores do que outros homens que cometeram o mesmo crime. Na Inglaterra, entre 1984 e 1992, 23% das mulheres acusadas de homicídio foram absolvidas, enquanto apenas 4% dos homens foram considerados inocentes. Na Califórnia, nos Estados Unidos, em todo o século XX foram condenados à morte 468 criminosos. Apenas quatro eram do sexo feminino.

A discriminação contra o homem, da forma como o senhor a descreve, é um fato inalterável da natureza?

Van Creveld – Em muitos países, já existem movimentos para melhorar as condições de vida dos homens. Seu propósito é defender o sexo forte nas situações em que há mais discriminação, como nos divórcios e nas falsas acusações de abuso sexual ou de violência doméstica. Mas as coisas não tendem a mudar muito. O homem, como diz o provérbio árabe, é o jumento da casa. A natureza nos fez maiores, mais fortes e, nos casos extremos, até mais inteligentes. Tudo para sustentar e alimentar as mulheres. Afinal, antes disso uma mulher – nossa mãe – também nos carregou, nos alimentou e cuidou de nós.

A gravidez do Sr. Thomas Beatie

O HOMEM GRÁVIDO

Incrível! Mas cem por cento. O estadunidense Thomas Beatie, de 34 anos, deu um grande passo na emancipação masculina e disse para si mesmo que iria tirar das mulheres seu mais divino dom, tão seu, tão particular - a mágica da gestação. Com isso, Beatie se torna o primeiro homem do mundo a engravidar.
Não, Thomas não é um travesti, não gosta de homem, não quer virar uma mulher. Ele é casado com Nancy, e optou por gravidar porque a sua esposa não pode ter filhos, pois extraiu seu útero por meio de uma hesterectomia. Aí você pergunta - seria mais fácil se eles adotassem uma criança, não? Ou se eles buscassem uma barriga de aluguel? Ou todos aqueles outros métodos tão convencionais (demoraram tanto pra serem chamados de convencionais), que dariam a eles a tão esperada concepção, pelas vias uterinas normais.
Thomas seria um fenômeno? Algo como uma mutação humana? Nem...
Na verdade, Thomas vai sim carregar para si o rótulo de 1º homem do mundo a engravidar. A obstetra do casal disse à Oprah que aquela gravidez era normal e saudável. E, sublinhe-se, ele foi à Oprah, o programa de maior sucesso da história dos Estados Unidos, cuja apresentadora foi deificada há décadas.

A taxativa verdade, é que todo esse espanto é desnecessário. Thomas está grávido, sim, e é um homem, sim, mas nem sempre foi. O Sr. Beatie é transsexual, nasceu mulher (foto). Tracy Lagondino - pra você, Thomas Beatie -, praticava levantamento de peso, nasceu no Havaí e sua mãe se suicidou. Mas nasceu mulher, e é daí que a história deve ser observada. Quem pensa que o mundo masculino está abalado, e que as mulheres acabam de perder sua única vantagem evolutiva frente aos homens, está enganado, e é um tremendo machista...
Thomas é homem há apenas 10 anos, ou seja, passou 24 sendo mulher, independente do que se passava na sua cabeça ou no seu endócrino nesses anos todos. Hoje ele é um homem, um homem legal, que é cidadão legítimo e tem direitos e deveres garantidos, como não poderia deixar de ser. Naturalmente, foi uma grande pegadinha do destino, uma pessoa que optou por uma nova sexualidade ter que recorrer a ela para conceber uma criança. De fato, para poder engravidar, Thomas parou de tomar testosterona, coisa que ele vinha fazendo para persistir na masculinidade. Tudo, desde a transformação em homem, até a gravidez, foi tudo friamente calculado para se enquadrar no mínimo exigido pela Medicina, não tem nada de milagre nisso.
Essa história de homem que não é homem engravidar é sim uma grande afronta aos princípios defendidos pelo sr. Martin Van Creveld.



* Reconstituição de matéria publicada no BLOGARITMOX em abril de 2008
Em homenagem ao Dia do Homem 2009 (15 de julho)
blogaritmox@gmail.com

segunda-feira, abril 07, 2008

Ivair Souza, o catador de latinhas do Pânico na TV


Tive que fazer esse artigo logo. O computador já tava desligado, a internet caíra duas horas antes, mas eu precisava deixar esse artigo pronto ainda hoje, senão eu não ia conseguir dormir. Bati tudo no Word mesmo.

O Pânico na TV deste domingo, 6 de abril, fez uma matéria sobre a estréia da peça Os Produtores, estrelada por Miguel Falabella, Juliana Paes e Vladimir Brichta no RJ. Quem conduzia a matéria era a dupla Vesgo & Sílvio, cada vez mais sem graça, abordando os famosos e expondo muito deles a constrangimentos desnecessários.

Assistir ao Pânico numa noite de domingo é algo que caras como eu, solteiros sem perspectivas, são obrigados a fazer. Não fosse o final daquela mesma matéria, esse ia ser apenas mais um domingo daqueles em que a luz do seu quarto queima e você anda quase dois quilômetros para cumprir um compromisso que esqueceram de desmarcar com você.

Num dado momento, Vesgo e Sílvio escolheram Ivair Souza, um negro pobre, catador de latinhas, e lhe entregaram um convite para assistir à peça num lugar privilegiado.

Na entrada do teatro, uma recepcionista chegou a fazer pouco caso do catador, menosprezando seu trajar, dando a tentativa como impossível. Aos poucos, uma confusão foi se instalando no lugar. Seguranças barravam a entrada de Ivair, que já tinha o convite em mãos, e até o gerente foi chamado. Mais uma vez invocaram a má apresentação do catador, que no momento trajava uma bermuda jeans e uma camiseta, sujos. A dupla de humoristas, se o problema era aquele, tratou de resolvê-lo: o produtor do programa cedeu suas roupas, ficando só de cueca na porta do teatro. Ivair as vestiu, mas o impasse continuou.

A alegação do Pânico era simples – Ivair tinha o convite, ele tinha direito de assistir à peça. Isso é mais que óbvio. Não tinha o que discutir.

A imprensa presenciava todo o episódio. Não podendo esconder o desconforto, a gerência enfim permitiu a entrada de Ivair, que foi escoltado para o interior do teatro por um segurança. Vesgo e Sílvio pediram para o pessoal da imprensa checar lá dentro se Ivair ia mesmo assistir à peça. Disseram ainda que iam ficar aguardando o retorno do catador do lado de fora do teatro.

Minutos depois, eis que a dupla de humoristas recebe uma informação – Ivair tinha sido expulso do teatro. Foram checar a informação com os recepcionistas e os seguranças, que disseram que não tinham como checar, mas que era um boato sem fundamento.

Mas aconteceu. Ivair foi arrastado para os fundos do teatro, onde foi agredido por seguranças e ficou detido até chamarem a polícia. Tratado pior que bicho, ele mostrou uma marca da agressão, visivelmente arrependido de ter topado entrar nessa história, pois àquela hora ele já tinha catado suas latas e já estaria em casa, descansando. Mas não, estava sob a ameaça de ser preso por ser preto e pobre e ter cometido a audácia de querer assistir a um espetáculo público em meio a gente rica e famosa, sendo que muitos apresentaram o mesmo convite que ele e conseguiram se acomodar em seus assentos sem maiores problemas.

E depois fazem campanhas pra levar o público ao teatro. Não bastasse as entradas serem caríssimas, quando se tem uma em mãos, não se pode entrar por ser preto e pobre. Isso deve render por muito tempo, e sem dúvida a Sônia Abrão vai emprestar horas ao caso. E que se faça isso mesmo. Há muito tempo episódios como esse do Ivair Catador se desenhavam na minha cabeça, eu me perguntava como seria se isso acontecesse. E esse domingo, eu tive a infelicidade de ver o que eu imaginei se concretizando, numa ridícula realidade de preconceito e discriminação social. Foi pior do que eu imaginei.

VESGO & SÍLVIO NA ESTRÉIA DA PEÇA DE MIGUEL FALABELLA

PARTE 1

sábado, abril 05, 2008

Shakira
... em um ménage?

O mundo dos espetáculos fez aquele caricato "oh!" quando veio à tona um dos maiores escândalos do show bizz deste início de século. Enquanto Amy Winehouse toma remédio pra cavalo sem ganhar massa muscular por isso, Paris Hilton encontra com Deus e decide não gravar mais discos, e Britney Spears cospe paparazzi até quando vai comprar pão, dessa vez é a Shakira que vira protagonista de um escândalo. A Shakira, logo a Shakira dos quadris sinceros, e na voçoroca do escândalo traz consigo outro nome de peso da música latina, Alejandro Sanz.

O jornal El Día, de Buenos Aires, alega que a cantora, seu noivo Antonio de la Rúa e o Alejandro Sanz aparecem em cenas de sexo explícito no iate deste, e o material já estaria nas mãos da Justiça.
Ora, direis, ouvir estrelas, o que a Argentina tem a ver com isso? Por que foi deles o furo, e não o TV Fama? A Shakira é colombiana, mas o seu noivo, de la Rua, é argentino. E é de lá que vêm todas as informações. O radialista Javier Ceriani, do programa Zona Cero, afirma categoricamente: o conteúdo é de sexo explícito. Legal seria se ele apresentasse o conteúdo pros ouvintes da Clásica 92.3 FM. Vejam a cara do Javier. Se te inspirar confiança, não tenha dúvida: o vídeo existe.
Carlos González e Sylvia Alzate, ex-empregados de Alejandro Sanz, são acusados de tentar extorquir o cantor em troca de não divulgar o vídeo para a imprensa. E acusam-no de fazê-los trabalhar compulsioriamente, excedendo o permitido pelas leis americanas. Está sob os cuidados da Justiça o conteúdo da tal fita caseira, que se cai na internet...

SHAKIRA FEAT. ALEJANDRO SANZ
LA TORTURA



Pouco mais de uma década atrás, quando a Shakira ainda estava no início de sua carreira, boatos como esse causariam bem mais espanto. Hoje, nem tanto. Alguém dirá: "é, tava demorando".
A carreira de Shakira Isabel Mebarak Ripoll (Barranqu
illa, Colômbia, 1977) começou tímida, com letras pouco comerciais, fazendo com que ela e a gravadora travassem alguns conflitos. A coisa mudou em 1995, quando lançou Pies Descalzos, que a projetou internacionalmente graças a hits como Estoy aqui.
A carreira pop foi ganhando uma conotação mais roqueira nos próximos trabalhos, quando os cabelos negros foram substituídos pela juba vermelha, na fase conhecida como "riponga".
Desde o terceiro disco, Shakira arriscou algumas canções em português - Estou aqui, Pés descalços e Um pouco de amor - tentando consolidar-se em toda a América Latina, gozando da qualidade de poliglota
.

SHAKIRA NO PROGRAMA ANGEL MIX
TV GLOBO - 1999



Daí, um dia, ela pensou: "Pra quê insistir no Brasil? Eu posso ganhar a América anglo-saxônica lá em cima... e daí todo o mundo!" E aconteceu.

Seu último disco na fase riponga foi o Acústico MTV, em 2000, o que para muitos fãs é considerado como o fim de uma era. Claro que é.

SHAKIRA
SI TE VAS



Tem fã que daria um
braço para que a Shakira desista de ser loira e deixe o seu cabelo crescer na cor natural, ou que pinte, mas de ruivo de novo.
Mas, depois de anos cantando suas experiências fracassadas no amor, em 2002 Shakira parou de sentir pena de si mesma. Era um sucesso retumbante no mundo inteiro. Olhou pra frente, moldou o próprio corpo, pintou o cabelo, e, loira, lançou o primeiro disco em inglês, Laundry service - com direito a uma versão de consolação em espanhol. Agora nada mais de cantar em português.
Ela passou a usar o rico subsídio da sensualidade, destruindo a concepção das loiras falsas e burras. Com um
QI de 120, Shakira, que sempre compôs suas músicas, passou a escrever num idioma totalmente diferente, o inglês. E o mercado americano, tão resistente com os produtos latinos, rendeu-se àquela loira pré-fabricada (do jeito que eles gostam) mas graciosa, inteligente, e capaz de vender milhões e de fazer música de qualidade.
Nesse passo, Shakira foi a 3ª artista feminina que mais lucrou em 2007 (com informações do Jornal da Manchete), e mais recentemente, a 2ª mais simpática, pela revista People. No mundo conturbado que é a indústria fonográfica norte-americana, Shakira não tem concorrente ou inimigo declarado, pelo contrário. As declarações sobre ela sempre são elogiosas, seja da própria crítica especializada, ou de artistas como Beyoncé e Christina Aguilera.
Se antes ela aparecia até no programa da Angélica, hoje nem tem mais previsões de dar as caras por aqui. N
otícias sobre uma possível turnê são cada vez menos confiáveis, e se ela aparecer, lá por 2009, o dinheiro dos ingressos deve se economizado desde já.
Antes de ficar uma baita gostosa, as músicas da Shakira fluíam melhor, costumam ser as mais festejadas pela audiência. Era uma brilhante garota de dezenove, vinte anos cantando sozinha. É de Shakira a minha canção preferida, Que me quedes tu.

A nova fase também fez surgir boas canções. A despeito de se a polêmica Hips don't lie presta ou não, temos Las de la intuición, Fool, Don't bother e Poem to a horse, só pra citar algumas.

BEYONCÉ FEAT. SHAKIRA
BEAUTIFUL LIAR



A história do vídeo pornô ainda deve render muita história. Se existe ou não, se vai cair na net ou não (eu quero ver), só esperando o desenrolar da confusão aí. Contudo, pra mim, supr
esa maior foi ver muita gente boa confundir a Shakira com a Beyoncé em Beautiful liar.

Breve discografia

1991 - Magia
1993 - Peligro
1995 - Pies Descalzos
1996 - The Remixes
1998 - ¿Dónde Estan Los Ladrones?
2000 - Mtv Unplugged
2001 - Laundry Service
2005 - Fijación Oral Vol.1
2005 - Oral Fixation Vol.2

No álbum Magia ela tá uma figura! Merece bônus! Veja o verso do disco:











CLIQUE NAS IMAGENS PARA AMPLIÁ-LAS.


terça-feira, abril 01, 2008

ESPECIAL CHAVES | FINAL

ACABOU
FIM DO ESPECIAL DO CHAVES!

Meses pesquisando, criando coragem pra escrever, vendo vídeos e capturando imagens. Tudo isso vale a pena quando a alma não é pequena, e quando estamos falando do programa preferido dos meus filhos, que eu nem tenho ainda.
Fiquem atentos que imagens supimpas do Chaves e sua turma podem aparecer a qualquer momento no blog, e não se esqueça de assistir aos vídeos das 5 partes + frações do Especial.
A última parte teve que ser fracionada, pois fica difícil manejar imagens uma postagem muito longa. Jóia?
Agora me despeço trazendo pra vocês uma galeria com algumas das figuras secundárias que deixaram sua marca nos seriados do Senhor Roberto Gomez Bolaños.


Esse especial não seria a mesma coisa sem o precioso conteúdo de sites e publicações como: Chespirito.org - Chespirito.com - Sitedochaves.com - Chespiritobr.com - Danizinha.org - Homenaje al Chavo del 8 - Fórum Único Chespirito - Viladochaves.com - TurmaCH - Jornal La Tercera - Livro O Diário do Chaves - Livro Chaves: Foi sem querer querendo? - dentre outros.

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VEJA ESTE ESPECIAL NA ÍNTEGRA
CLIQUE AQUI
OU ENTÃO, VEJA AS PARTES SEPARADAS:
PARTE 1 | PARTE 2 | PARTE 3 | PARTE 4 | PARTE 5 | PARTE 6 | PARTE 7 | FINAL

segunda-feira, março 31, 2008

ESPECIAL CHAVES | PARTE 7

CONTINUAÇÃO DE
CHAVES ESPECIAL
ÚLTIMA PARTE

Ruben Aguirre já foi toureiro (primeira foto acima), radialista, e um alto executivo na Televisa, até que se consagrou em definitivo como o Professor Jirafales. Como eu já disse, da turma do Chaves esse foi o primeiro personagem a surgir, nos Supergénios. Sua carreira como ator, porém, começou antes da parceria com Chespirito, desde 1968. Ruben atuava no programa El Club de Shory (foto), onde também atuavam Maria Antonieta de las Nieves e Carlos Villagrán, que Ruben apresentou a Chespirito. Em 1994, um ano antes do fim definitivo das séries de Chespirito, Ruben produziu "Aqui esta la Chilindrina", programa solo de Maria Antonieta. Também rodou com o Circo do Professor Jirafales por diversos países, aproveitando-se do sucesso do personagem. Hoje, enontra-se visivelmente acima do peso, em circunstância de um medicamento para curar um problema na perna.
Nos últimos meses, o carro que dirigia acabou sofrendo um acidente, em que sua esposa Consuelo Aguirre perdeu uma perna. Chespito e Florinda Meza ajudaram a confortar o amigo, inclusive financeiramente.

1979 foi um ano crucial para Chespirito e seus personagens. Um ano de adequação, visto as circunstâncias delicadas em que se encontravam. A saída de Villagrán e de Don Ramon forçaram o autor a conduzir suas histórias para outros rumos, o que significou uma verdadeira revolução na vila, que só viria a cessar no final dos anos 80, quando tudo já estivesse resolvido e os remakes virarem regra.
A criação de novos personagens foi fundamental. Vide a Dona Neves, uma vez que a Chiquinha não podia morar sozinha e precisava de um adulto "
responsável" para tomar conta dela.
Porém, o mais importante dos novos personagens
, sem dúvida, foi o carteiro Jaiminho, que aos poucos supriu a falta do Seu Madruga - os mexicanos nunca reclamaram -, e o ator Raul "Chato" Padilla foi além, atuando inclusive no Chapolin Colorado, onde começou a suprir não só mais a falta do Seu Madruga, como também a do ator Ramon Valdez.
Raul havia se destacado como um dos melhores personagens do filme El Chanfle (ou "o filme do Pelé"), também escrito por Chespirito, reunindo todo o elenco na sétima arte. Na película, Raul interpretou um bêbado muito cômico, parceiro da personagem de Angelines Fernandes. O sucesso do personagem no filme (repetido na seqüência, El Chanfle 2) abriu os olhos de Bolaños para contratar "Chato" para seu time de estrelas.
Na vila, as mudanças foram drásticas. Além dos novos personagens, outros passaram a ter mais destaque, como o Nhonho, e mais tarde o próprio Jaiminho. A Dona Florinda, que antes vivia da pensão do falecido marido, tornou-se uma mulher ma
is ativa e participativa na própria vida, tocando um negócio próprio - o restaurante -, e contratou o Chaves como empregado assalariado e com horários flexíveis, que de forma nenhuma iriam interferir nos seus estudos.
Raul faleceu quando ainda estava no ar o programa Chespirito. Chegou a se afastar das gravações para cuidar da saúde, mas veio a óbito em 1994.

A INSÔNIA DE JAIMINHO, O CARTEIRO
Episódio de 1984. Em espanhol.




Horácio Gomez era irmão caçula de Chespirito, e sua participação nos seriados sempre foi muito limitada, seu maior personagem foi o Godinez. Sempre foi um grande companheiro de trabalho para o irmão, ajudando de forma efetiva na produção dos seriados e dos seus projetos. Após o término do programa Chespirito, uniu-se ao sobrinho Roberto Gomez Fernandez em outros trabalhos, porém um infarto inesperado o vitimou em 1999, antes da grande homenagem que o irmão Chespirito lhe preparava para o ano 2000, quando completaria 70 anos.

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"Blog de humor e fantasia, criado para fins de entretenimento, apenas. As informações e opiniões aqui contidas podem não corresponder à realidade. Se você se ofendeu com alguma postagem, certamente a mesma se trata uma ficção que deve ser imediatamente desconsiderada, e não levada a sério"
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